quinta-feira, 23 de junho de 2011

Odeio o facto de te amar, V ;$

Estava um calor abafado e o sol batia-nos na cara, a saliva parecia brilhar com toda aquela luz e o cigarro parecia ter vida própria dentro da tua boca.
E se eu te beijar?
E foi quando eu te perguntei isto, que penetras-te os teus olhos nos meus. Foi quando o teu olhar percorreu cada centímetro até aos meus lábios. Sorri (...) Ele aproximou-se. Devagar, com cuidado, beijei–o.
O primeiro contacto como os teus lábios eram quentes, omg (...)
A tua mão na face rosada, enquanto eu brincava com o teu cabelo.
Parecia que não havia nada mais importava naquele momento (...) Parecia que tudo tinha parado, que o relógio girava ao contrário.
Eu levantei-me e peguei na tua mão. Deitada na minha cama mordi-lhe o lábio inferior (...) Eu adorava fazê-lo. O teu corpo deitado sobre o meu peito, as tuas pernas entrelaçadas nas minhas, as tuas mãos na minha barriga e o teu cheiro junto de mim (...) Os teus olhos castanhos-esverdeados cegam-me (...) esse teu olhar directo no meu é intimidador, é intenso
Ele parou por momentos e ficou a olhar uma distância quase inexistente






"Consegues sempre aquilo que queres?"
,"SEMPRE."
(...)
- Ninguém pode roubar isto (...)
Volta a beijar-me :$

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